TRUST & ENGINEERING

Dados digitais são confiáveis? Entenda seed, replay e imparcialidade

Confiar em um dado digital exige mais que uma animação convincente. É preciso entender a origem da aleatoriedade, a distribuição das faces e como auditar um resultado.

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De onde vem a aleatoriedade

Sem seed informada, o Dice Core solicita 128 bits ao gerador criptográfico do ambiente via Crypto.getRandomValues. Se essa fonte estiver indisponível, a execução falha em vez de recorrer silenciosamente a Math.random.

A seed alimenta um gerador pseudoaleatório determinístico. Isso permite replay; não significa que a sequência seja imprevisível depois que a seed foi divulgada.

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Uma face não deve ter vantagem oculta

Converter inteiros aleatórios diretamente com módulo pode favorecer algumas faces quando o intervalo de origem não é múltiplo do número de lados. O runtime usa amostragem por rejeição para descartar valores fora do intervalo equilibrado.

Uma implementação correta procura distribuição uniforme, mas nenhum texto substitui revisão do código, testes e confiança no ambiente que executa a rolagem.

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Replay explica; não prova ausência de fraude

O replay guarda material suficiente para repetir uma execução com o mesmo plano. É útil para investigar divergências e mostrar como o resultado foi calculado. Uma seed escolhida manualmente torna o resultado previsível.

Para mesas competitivas, quem controla a execução, a seed e a publicação do resultado continua sendo parte do modelo de confiança. O Dice View apresenta os valores já resolvidos; a animação física não escolhe o resultado.

Fontes e referências